Crédito: Ilustração digital gerada para o DDI-DDD via Inteligência Artificial.
O bolso do brasileiro que gosta de maratonar séries sofreu um novo baque neste início de 2026. Após uma rodada de reajustes globais, as principais plataformas de streaming elevaram seus preços. No entanto, a grande mudança está no modelo de consumo: a ascensão definitiva dos planos com anúncios.
A nova realidade dos combos
Para evitar a evasão de usuários, a estratégia das gigantes do setor foi empurrar os "planos com anúncios" como o padrão oferecido dentro dos combos das grandes operadoras de telefonia como Vivo, Claro e TIM. Ao contratar um plano de celular, o upgrade para remover a publicidade agora tem um custo adicional considerável.
| Serviço | Assinatura avulsa (sem ads) | No combo da operadora |
|---|---|---|
| Netflix | R$ 59,90 | Incluso (com ads) |
| Max | R$ 44,90 | + R$ 14,90 (upgrade) |
| Disney+ | R$ 34,90 | Incluso (planos pós) / 3 meses (fixa) |
A "taxa de rede" e o impacto no consumidor
Um dos motivos técnicos para essa alta é a implementação da chamada "Fair Share". As operadoras de telecomunicações passaram a cobrar das plataformas de vídeo pelo uso massivo da infraestrutura de dados. O resultado? Repasse direto para o consumidor final.
Como economizar em 2026?
- Auditoria de combos: verifique se o seu plano de celular já não oferece o serviço que você paga por fora.
- Rotação de assinaturas: assine apenas um serviço por mês, maratone e troque no mês seguinte.
- Fidelidade anual: planos anuais ainda oferecem um desconto real de até 20% em comparação ao mensal.
Nota: valores consultados em março de 2026 e sujeitos a alteração por parte das operadoras e plataformas.




